9 de maio de 2013

O Expressionismo Alemão

Nascido na década de 1920, na Alemanha pós-guerra como forma de representação da época, o expressionismo alemão surge com temas obscuros, suspense, sentimentos pouco lapidados, sentimentos corrosivos como a angustia, o pessimismo, a revolta, além do marcante não realismo, presente em todas as obras que veio como uma assinatura do movimento. Uma fusão do pessimismo causado pelo primeiro pós-guerra (Alemanha devastada), e a literatura fantástica, tradicionalmente alemã.


"O Gabinete do Dr. Caligari" (Robert Wiene - 1920), é o filme mais famoso da escola
Clássicos

Embora usem elementos fantásticos, em cenários surrealistas (como perspectivas distorcidas, ângulos inusitados, movimentos desarticulados e falta de realidade), é notável a busca do cinema “realista”, uma representação artística (ao mesmo tempo exagerada e delicada) da situação da Europa. Muito mais que uma escola cinematográfica, o Expressionismo Alemão surge como uma forma de representação.

Pode-se citar Robert Wiene, Fritz Lang, F. W. Murnau e Paul Leni como uns dos principais diretores do gênero.

Características

Não é tarefa simples limitar a o cinema Expressionista e criar características em cima disso, uma vez que no Expressionismo Alemão não se segue padrões estéticos, mas o que pode-se colocar é que o cinema expressionista, muito tem a ver com a pintura. Como as deformações em imagens concretas, cores vibrantes, “falta” de técnica, pinceladas fortes, como explosões, preferência pelo patético e pelo sombrio.


"Nosferatu" de 1922 do diretor F. W. Murnau também foi outro grande sucesso

Produção: Expressio Motus Produções
Texto: Harianna Stukio
Edição: Rafaela Bez
Imagens: Divulgação

3 de maio de 2013

Aly Muritiba, levando o cinema curitibano para Cannes

O Festival de Cannes, criado em 1946, está na sua 66ª edição. Durante o evento, há uma importante mostra paralela, a Semana de Critica, que neste ano acontecerá entre os dias 16 a 24 de maio e está na sua 52ª edição.  Neste ano, o Brasil está sendo representado no Festival pelo diretor Aly Muritiba, com o documentário “Pátio”.

O sucesso do diretor, baiano, que mora em Curitiba (PR), não vem de agora. O produtor, diretor e roteirista começou o seu auge com o curta-metragem “A Fábrica” (2011), o qual ganhou diversos prêmios nacionalmente e internacionalmente. Após esse auge, Muritiba fez seu primeiro longa-metragem, em parceria com outros quatro diretores, dando o nome de “Circular” (2011) que também ganhou vários prêmios e participou de diversos festivais.


O documentário “Pátio”, de Muritiba, foi selecionado para a 52ª Semana de Critica do Festival de Cannes. O documentário é a única produção da América Latina entre os escolhidos e competiu com 1.724 inscritos. 
No Pátio joga-se bola, capoeira e fala-se de liberdade.

Quando perguntado sobre como essa nomeação pode melhorar para o cinema curitibano, Aly Muritiba afirma que o acontecimento pode melhorar a “auto estima local”, dizendo ainda que Curitiba faz cinema bom e de qualidade. “Curitiba sempre esteve um pouco fora do mapa cinematográfico nacional, mas aos poucos vamos mostrando não só para o Brasil, mas para o mundo, que nós produzimos filmes de alta qualidade”.

O diretor ainda atenta para o fato de que gestores públicos e empresários devam cuidar e investir mais no cinema local. “Eles estão perdendo uma chance enorme de ter as marcas de suas empresas e/ou instituições espalhadas pelo mundo”, acrescenta.

“Pátio”, como cita o nome, se passa no pátio de uma prisão. O produtor conta que para a produção do documentário deixou a câmera no mesmo ponto de visão por três semanas. “Pátio é um documentário muito simples, sobre o único momento de liberdade que os presos têm numa prisão”, diz. O curta, que tem 15 minutos, é o segundo da Trilogia do Cárcere, o primeiro foi A Fábrica.  

O documentário já ganhou o prêmio de Melhor curta-metragem e Prêmio aquisição Canal Brasil do É tudo verdade 2013– Festival Internacional de Documentário. 


Produção: Expressio Motus Produções
Texto: Leticia Duarte
E
dição: Rafaela BezImagens: Divulgação 

2 de maio de 2013

"Depois de Maio"

Diretor muito benquisto pela crítica e pelo público dos principais festivais de cinema da Europa e da América do Norte, o francês Olivier Assayas entrega em abril de 2013 a obra cinematográfica "Depois de Maio" (Aprés Mai), retomando a temática apresentada em seu primeiro trabalho, "Água Fria" (1994), abordando as revoluções culturais e políticas intensamente procuradas e buscadas pela juventude estudantil francesa na década de 70.


A história se passa em Paris no ano de 1971 e relata à trajetória do ajudante de pintor Gilles e seus amigos, Alain, Jean-Pierre e Christine. Os quatro possuem envolvimento com a política estudantil, disseminando ideias revolucionárias e anarquistas, mas precisam se afastar da cidade onde vivem, iniciando uma jornada ao mesmo tempo coletiva e individual em busca de conhecimento, de ideias, de inspirações e de aprendizados.

 
Depois de Maio é o primeiro filme do ator Clément Métayer
Principal personagem da trama, Gilles é um jovem que amadurecerá sutilmente ao longo dos 122 minutos de filme. Ele é apaixonado pelo cinema, forma de arte utilizada na obra de Assayas para calorosos debates entre os movimentos esquerdistas, que caracterizam "a sétima arte" como um recurso de manipulação burguês, rechaçando essa linguagem, pois ela seria usada pelo "inimigo" como forma de divulgação de ideias contra o seu movimento. 


A obra também pode ser considerada autobiográfica, uma vez que em sua juventude Assayas também se engajava na política estudantil e, assim como o protagonista, foi criado com um pai roteirista de televisão.

A dupla François-Renaud Labarthe e Eric Gautier, de "Na Natureza Selvagem" (2007), é responsável pela reconstrução da época e pela fotografia do filme, auxiliando na estrutura solta e sem arcos de personagens, diferente de uma trama convencional. Cenas de nudez que valorizam a proximidade das pessoas ajudam a mostrar o caráter sensível e libertário que o filme quer passar. Não há um aprofundamento na vida pessoal dos personagens, mas sim em suas buscas por identidade, passando por relacionamentos afetivos, mudanças de amizades e de ideologia. A ideia não é mostrar o resultado final deste processo, mas como ele é conduzido pelos envolvidos.

"Depois de Maio" é, em sua essência, uma grande viagem pelo desejo de experimentar sensações e emoções novas, sentimentos bastante valorizados na juventude. A política e o papel do jovem como vetor das mudanças sociais são utilizados como plano de fundo para uma trama que quer deixar claro que saber o que cada um quer ser ou se tornar em sua vida não garante saber todas a etapas deste processo. No final, os desvios encontrados no caminho para esse descobrimento acabam por ser o melhor aprendizado.





Estréia: 26 de abril de 2013 (2h 2mim)
Direção: Oliver Assayas
Participação: Clément Métayer, Lola Creton, Félix Armand
Gênero: Drama
Nacionalidade: França

Produção: Expressio Motus Produções
Texto: Marcos Garcia
Edição: Rafaela Bez e Rodolfo Kovalski
Imagens: Divulgação

30 de abril de 2013

Jackie Brown de Quentin Tarantino, por Expressio Motus Produções



A Expressio Motus Produções teve a difícil tarefa de fazer a reprodução (idêntica) da cena de um filme escolhido pela Agência. Nosso diretor escolhido foi Quentin Tarantino e nossa trama escolhida e reproduzida foi uma cena do filme Jackie Brown.

A PRODUÇÃO - Primeiro pensamos em fazer uma cena de Kill Bill II, mas seria extremamente difícil conseguir os elementos de cena e até mesmo gravá-la, já que a sequência dos planos exige alta técnica e manuseio de câmera. Então, em seguida, pensamos na famosa cena da dança, de Pulp Fiction, mas como encontrar uma atriz tão semelhante e incrível como Uma Thurman, para interpretar Mia Wallace? Sem contar no belíssimo cenário, impossível de reproduzir.

Enfim, em discussões com nossa orientadora, a mesma sugeriu algo mais simples e direto, como algo do filme Cães de Aluguel, mas a cena que pensamos em fazer, nós não conseguiríamos reunir oito pessoas, no mesmo lugar e na mesma hora.

Por fim, escolhemos  o filme Jackie Brown e, para quem ainda não assistiu, a cena selecionada é a que Ordell (Samuel L. Jackson) tenta convencer o Beaumont (Chris Tucker) a entrar no porta-malas de seu carro para supostamente 'assustar' possíveis compradores coreanos que estão fazendo um negócio com Ordell, mas Beaumont, não quer entrar no porta-malas de maneira alguma.


Enfim, estamos no amadorismo cinematográfico e, ao final, esse foi o nosso resultado. Confira a cena reproduzida pela Agência Expressio Motus.




Intérpretes: Marcos Garcia (como Ordell) e Renan Araújo (como Beaumont)
Direção: Harianna Stukio
Produção: Rafaela Bez e Marcos Garcia
Edição: Leticia Duarte e Karen Okuyama
Direção de Fotografia: Valquíria Jablinski
Apoios técnicos: Diogo Nunes

21 de abril de 2013

O impacto educacional do cinema na infância

O conceito de infância se tornou presente a partir da idade moderna, quando a criança passou a ser vista como um ser social, de respeito, com suas características e necessidades. Um ser pleno em construção da sua identidade, cabendo para isto a intervenção pedagógica para conhecer e construí-la de forma lúdica e criativa, pois é assim que a criança se conhece e se constrói. Vale-se ressaltar que ser criança e ter infância são situações diferentes. Segundo a educação pedagógica, a infância acontece somente quando a criança é tratada como um ser de direitos.

A televisão, os desenhos animados e os filmes tendem a construir o imaginário da criança, focando em aspectos ilusórios e fantasiosos, como Conto de Fadas e Super-heróis. Mas afinal, por que são estes os temas retratados nas imagens cinematográficas? Qual é o objetivo central de se fazer um filme focado no ilusório?

Marta Pego, pesquisadora na área de produção cênica e co-formadora da oficina de produção audiovisual e animação infantil do Ponto de Cultura, diz que o cinema é feito como algo educativo e “bonito”, para que as crianças recebam uma formação pronta e já “mastigada”, impedindo elas de utilizar a reflexão. “As animações mais educativas são pouco vistas pela maioria da população infantil, pois elas exigem um pouco mais de atenção para o que está sendo transmitido, além de competir com as grandes produções de animação comercial, que chegam à maioria dos cinemas”, ressalta.

Personagem principal do filme The Lorax

Pego também cita a falta de incentivo para que as crianças tenham acesso a outras produções, que possam mostrar outras possibilidades de reflexão, além do próprio processo de produção cinematográfico. “A educação de se 'fazer cinema' também é importante, pois desde a criação de um roteiro até a produção e construção do produto, tudo deve ser previamente pesquisado e analisado, sempre se questionando: isto é de grande formação ao público infantil?”, diz. Ainda segundo ela, um novo olhar sobre a produção do cinema, faria com que as crianças também tivessem um novo olhar sob o que está sendo ofertado.

A Agência Expressio Motus entrevistou 20 crianças, de 05 à 09 anos, de ambos os sexos, entre os dias 14 e 19 de abril . Quando questionadas sobre o que mais desejariam ser, levando em consideração filmes já assistidos, constatou-se que as crianças tendem à assistir filmes que possuem grande poder publicitário e de grande influência internacional, como as grandes produções da Walt Disney Studios e DreamWorks Animation, e que 95% delas referem-se à filmes de fantasia. Os resultados apresentados foram que, de 10 meninos entrevistados, oito desejariam ser algum super-herói, como Batman e Homem-Aranha, e outros dois desejariam ser personagens de filmes de ação. Já entre as meninas o resultado foi mais evidente. De 10 garotas entrevistadas, nove gostariam de ser princesas modernas, que ganham roupas, sapatos, objetos de consumo pessoal e tem o seu 'final feliz' . Apenas uma desejou ser uma heroína para combater o mal.

Olisia Neves Lopes, mãe de um menino, de seis anos, cita que seu filho era fissurado em filmes de super-heróis modernos e tramas de ação. Ao perceber o comportamento violento e imperativo da criança, a mãe começou a analisar sua programação. “Percebi que ele assistia filmes violentos e sem grandes reflexões. A partir desse momento, troquei o método, mostrando pra ele filmes mais educativos”, diz. Segundo Olisia, uma das primeiras animações indicadas ao filho foi o filme “MIAU”, de Lothar Barke, a qual conta a breve história de um gato, que bebia apenas leite, como um gato comum, mas ao ser induzido a beber refrigerante, torna-se viciado na bebida. “Além de ser um filme extremamente lúdico, a reflexão que é encaminhada junto ao filme é de grande ênfase. No início ele não entendeu muito bem, mas após assistir diversas vezes junto comigo, ele passou a gostar do filme e também a indicá-lo aos colegas”, conta.

Segundo a pedagoga e pesquisadora na área de educação e imprensa pedagógica, Talita Giovana da Silva, há filmes para diferentes faixas etárias e cada filme pode desenvolver diferentes reações na criança. “Um filme ideal deve conter aspectos que ajudem na formação psicológica, social e cidadã da criança, apresentando aspectos ecológicos, boas maneiras, cuidar do próximo, relações familiares e educação alimentar”, ressalta. Um bom exemplo é o filme "The Lorax", de Chris Renaud e Kyle Balda, que trabalha a questão ecológica de uma maneira lúdica e ao mesmo tempo educativa.

Produção: Expressio Motus Produções
Texto: Leticia Duarte
Edição: Rafaela Bez
Fotos: Divulgação

19 de abril de 2013

O retrato da traição

Trair é o ato de ser infiel, descumprir o compromisso com o outro. Isso causa indecisão e desprezo, fazendo com que muitas vezes não tem volta este erro. Acaba-se esquecendo, entretanto, que se trai de forma sorrateira e mansa e, ao final, termina-se pedindo perdão para dentro de si, como diz a música Mil Perdões de Chico Buarque: “te perdoo por te trair”.


Cena de Closer, quando os dois traídos se encontram na boate
Atende-se, contudo, para um aspecto ilógico: quando se toma a decisão de permanecer com o outro. Como a personagem de Julia Roberts no filme Closer (Mike Nichols), em que a protagonista Anna (Julia Roberts) é uma fotógrafa que se divorciou recentemente. Ela conhece um romancista, Dan (Jude Law), mas se casa com Larry (Clive Owen). O escritor mantém um caso secreto com Anna, mesmo após ter se casado também.

“Naquele instante inebriante traímos não por desejar o outro, mas por não conseguirmos, em algumas etapas de nossas vidas, entender que o amante é apenas um reflexo de nós mesmos. Aliás, é daí que surgem as falsas verdades: do prazer extasiante de fazermos qualquer coisa para estar com o outro”, explica a psicóloga Adriana Souza.

Outro filme que retrata traições é a trama japonesa de Arika Kurosawa, Rashomon. A história gira em torno de três personagens principais, um casal e um homem; um diz ter estuprado a mulher e prendido o marido para vê-los fazendo o ato, o outro diz que a mulher pediu para ter relações com o homem desconhecido e teria pedido para matar seu marido, além de outro homem que relata sua extrema vergonha em saber que sua mulher havia se deitado com outro. 

Cena de Rashomon que a mulher pede ao ladrão para ela fugir junto com ele 
As histórias são contadas totalmente por olhares japoneses, ou seja, de acordo com sua cultura, que até hoje é preservada, o filme mostra o assunto prezando sempre a honra e dignidade nos relacionamentos.

A psicóloga Carolina Mocelin, relata a influência da mídia e do cinema no imaginário de pessoas que tendem à trair. “A mídia exagera algumas vezes e mostra uma inversão de valores como algo normal, banalizado. Tratam de modo exacerbado fatos que ocorrem no cotidiano de algumas pessoas, como é o caso da traição. Por carência destes ensinamentos familiares, desorientações psíquicas ou até mesmo sem motivo algum, pessoas que tendem a trair tornam-se influenciáveis, e buscam, no cinema e na televisão, como aprender modos com seus personagens, que se tornam seus referenciais, a fim de formar a sua identidade”, conclui.

Produção: Expressio Motus Produções
Texto: Karen Okuyama
Edição: Rafaela Bez e Leticia Duarte
Imagem: Divulgação

4 de abril de 2013

A influência cinematográfica sobre o jovem

A trilogia de Christopher Nolan foi um sucesso de bilheteria em todo mundo, com os filmes, Batman Begins (2005), The Dark Knight (2008) e The Dark Knight Rises (2012). Conhecido no Brasil como Batman – O Cavalheiro das Trevas, o final da trilogia ficou marcado com o ataque que chocou o mundo. No dia 20 de julho de 2012, em uma sessão lotada do filme, na cidade de Denver, estado do Colorado, um jovem mascarado invadiu a sala de cinema e atirou contra os espectadores, durante a exibição do filme, deixando 12 mortos e 40 feridos. O estudante de medicina, James Holmes, de apenas 24 anos, entrou vestido de "Coringa" durante uma sessão lotada, e segundo especialistas, estava emocionalmente transtornado, chegando a acreditar que era o próprio personagem da ficção.

Ministério Público dos EUA pedirá pena de morte para James Holmes
Outro jovem de 21 anos, Christopher Sides, também foi a um cinema vestido de “Coringa”, mas foi logo preso, por motivos avulsos a este. O fato ocorreu em Melbourne, Flórida, apenas dois meses após o ocorrido em Denver. 

Esta influência que o cinema possui sobre os jovens não é um problema contemporâneo, muito pelo contrário. Jovens, crianças e adolescente já possuem propensões a serem mais facilmente influenciados por fatores externos à seus costumes, seja pela televisão, cinema, mídia, internet ou círculos de amigos. Por estarem em construção de caráter, os jovens muitas vezes acabam tomando certas atitudes que não correspondem a sua personalidade, para ser aceito a algum círculo social. “O cinema pode até influenciar em alguma atitude do jovem, mas não será unicamente responsável por atitudes extremas, como um sujeito que entra num cinema e sai atirando, por exemplo. Se o indivíduo teve uma educação "boa", será capaz de interpretar as situações demonstradas no cinema como ficção”, ressalta a psicóloga Maria Tereza Saciotti.

O filme ganhou o prêmio "Audience Award" na categoria de Drama
É evidente que nem todas as influências são negativas. A bailarina de 19 anos, Flavia Pereira, conta que o filme “Happy Thank You More Please” (2010, Josh Radnor), filme que conta a história de Sam Wexler (Josh Radnor), escritor nova-yorkino, que encontra um garoto perdido e o leva para a casa, a partir deste ponto, o desenrolar do roteiro leva a trama a varias direções e, sempre frisa que você deve a ser feliz todos os dias, sempre repetindo as palavras: "Feliz, obrigado. Mais por favor". “O filme leva você a sempre procurar o lado bom da vida, e desde que o assisti, no começo de 2011, adquiri o hábito de sempre repetir esta frase, principalmente em dias não tão bacanas”, conta Flavia, que desde muito pequena sempre teve o hábito de assistir a vários filmes, influenciada por sua mãe, fã de filmes drama, suspense e policial.

Veja também a primeira parte da matéria, produzida por Rafaela Bez. 

Produção: Expressio Motus Produções
Texto: Harianna Stukio
Edição: Leticia Duarte
Imagem: Divulgação