28 de novembro de 2013

“Submergir” – prêmio de melhor curta-metragem!!!

Finalmente chegamos ao fim do semestre com certeza e sensação de dever cumprido. Depois de passarmos tanto tempo nos dedicando a uma produção, podemos ter todo o orgulho do mundo em demonstrar nossa satisfação com o trabalho realizado. “Submergir” foi um sucesso. Foram madrugadas editando, semanas de gravação e preparação, mas tudo valeu a pena.
Após o Festival, Agência Expressio Motus e com os prêmios
Na última terça-feira, aconteceu no auditório Blaise Pascal, o Festival Melhores do Ano, com a premiação “Gilda” e “Cineacademia”, que elegeu entre outras categorias, o melhor curta metragem e o melhor documentário da mostra de Cinema dos alunos do 6º período de Comunicação Social Jornalismo. E, com orgulho que, anunciamos que ganhamos três prêmios: Melhor Produção, Melhor Uso da linguagem cinematográfica e Melhor Curta Metragem.

Agradecemos ao júri por confiar a nossa equipe. Encerramos o processo de produção com toda a certeza de ter agregado muito aprendizado durante o ano. Agradecemos a todos que puderam tornar isso possível, em especial a nossa professora e orientadora Celina Alvetti, que nos guiou da melhor forma possível durante todo o ano, e ao ator Gustavo Gonçalves que concordou em participar da produção apenas por acreditar do projeto.

Estamos muito felizes com o resultado, orgulhosos e aliviados, depois de tanto trabalho. Se você ainda não assistiu ao nosso curta-metragem, é só clicar no link aqui em baixo e assistir a versão final de “Subrmergir”.


Produção: Expressio Motus Produções
Texto: Kamilla Ferreira
Edição: Rafaela Bez
Imagem/vídeo: Heron Torquato e Kamilla Ferreira

21 de novembro de 2013

Com vocês: "Submergir"

Durante todo esse ano nossa equipe se preparou para a produção do curta-metragem que entregaremos este mês para a nossa orientadora, Celina Alvetti. Desde nossas primeiras postagens no blog, procuramos sempre focar na parte comportamental do cinema, que muitas vezes é utilizado como maneira de representar a sociedade. 

Nossas ideias para o curta já se idealizavam desde o início do ano, e ao longo dos meses, fomos juntando-as uma a uma e formando o nosso roteiro. O mais difícil para esta produção foi encontrar os cenários, mas no fim, conseguimos grandes apoios. 

Durante as gravações, o ator Gustavo Marcasse nos ajudou muito dando ideias para algumas cenas e narração. Por falar em narração, este talvez seja o nosso diferencial. Elas ocorriam conforme as cenas passavam, a equipe de editoras passavam as cenas no curta e todos iam pensando em como fazê-las da melhor forma, unindo som, imagens e sentimentos.

Capa e contra-capa do DVD de "Submergir" 


Para aproximar o nosso público-alvo, durante todo o processo de produção divulgamos ‘Diário de Produção’ toda semana com uma coisa nova que acontecia durante processo. Em relação à equipe, todos trabalharam em conjunto e o resultado final foi surpreendente, e exatamente da maneira que o idealizamos desde o seu roteiro.

Confira abaixo o teaser oficial do nosso curta e aguarde até a próxima semana, onde divulgaremos o nosso trabalho já concluído. Como agência, acreditamos que sempre um ciclo precisa se fechar para começarmos outro, e sem dúvida algum “Submergir” é a conclusão de ciclo que se encerra com um pouco de todos nós.

E é com grande satisfação que divulgamos para vocês o nosso curta “Submergir”!


Produção: Expressio Motus Produções
Texto: Leticia Duarte
Revisão: Harianna Stukio
Imagens: Divulgação - Expressio Motus Produções

15 de novembro de 2013

ENTREGA DO CURTA-METRAGEM! DIÁRIO DE PRODUÇÃO – EXPRESSIO MOTUS VII

É, todo trabalho vale a pena. Ontem entregamos nas mãos da nossa orientadora e professora de cinema, Celina Alvetti, o nosso curta-metragem “Submergir”, o qual estará em cartaz no dia 25 de novembro, na PUC-PR. Com ele, entregamos muito esforço, força de vontade, união e gratificação por um processo bem realizado. Ficamos orgulhosos da nossa produção, ficou do jeito que esperávamos!


Dentro de alguns dias, você vai conferir aqui, no nosso blog, o projeto final, que conta a história de um jovem ‘submerso’ em um universo que ele não pertence. O ator Gustavo Marcasse, que interpreta o personagem principal, nos auxiliou MUITO durante todo o processo. Foi gratificante pois, ele vivenciou cada passo, cada narrativa, cada situação e cada cena. Foi incrível! Em breve nosso agradecimento concreto.

Estaremos concorrendo ao “Prêmio Gilda de Enredo” e esperamos que todos os jurados convidados possam analisar cada detalhe do trabalho e perceber a essência, o objetivo e, principalmente, o grande esforço que depositamos no material.


Durante o processo, tivemos pequenos problemas técnicos, mas que foram resolvidos com certa facilidade. As gravações estão prontas à bastante tempo, já a narrativa deixamos para produzir nos últimos momentos, já com todas as cenas prontas, pois assim colocamos lado-a-lado a imagem e a poesia. Ah, também precisamos parabenizar o nosso ator pela excelente produção da narrativa, que foi minuciosamente feita através de memórias, inspirações, bagagem cultural e poética e, além disso, muito dom.

Já postamos anteriormente nosso teaser, mas não há problemas em compartilhar mais uma vez com vocês o nosso trabalho, que modéstia parte, está lindo!

Em breve mais informações sobre a estreia!!!

Produção: Expressio Motus Produções
Texto: Rafaela Bez
Edição: Leticia Duarte
Imagens: Kamilla Ferreira

11 de novembro de 2013

TEASER E DIÁRIO DE PRODUÇÃO - EXPRESSIO MOTUS VI

A Expressio Motus Produções entrou na reta final da produção do curta, agora com nome definido, ‘Submergir’. Na sexta-feira (08), a equipe gravou as últimas cenas, que encerram o período de gravações e completam o material para a edição final.


A cena em questão retrata uma discussão entre Gustavo e seu pai e é bastante significativa para entendimento do enredo. Muitas das crises e decisões do personagem durante a produção se dão pelo mau relacionamento com o pai. 


A escolha do cenário e do ator, toques especiais para a cena, colaboraram para o sentimento que a equipe tenta transmitir. Antonio Carlos Gonçalves, que interpretou o pai de Gustavo, destacou a satisfação com o convite: ‘É legal poder ter sido convidado e ajudar no projeto’, disse.

Nos bastidores, a equipe da Expressio Motus se prepara para a divulgação de ‘Submergir’. O próximo passo é a finalização do material gráfico, e enfim ajustar os detalhes finais para a grande estreia. 

Nesta segunda-feira, parte da equipe se reuniu com o ator, Gustavo Marcasse, para gravarem a narração. A foi, desde o começo de toda a produção do curta, fazer uma narração poética e orgânica, e o Gustavo nos ajudou muito nessa questão. 

Com tudo, enfim, finalizado, pudemos arrumar os últimos detalhes do nosso curta. Sim, ele está pronto! E estamos todos ansiosos para divulgá-lo para vocês. Mas para matar a curiosidade, confiram o teaser que acabou de sair do forno: 




Produção: Expressio Motus Produções
Texto: Felipe Martins e Leticia Duarte
Edição: Leticia Duarte

1 de novembro de 2013

DIÁRIO DE PRODUÇÃO - EXPRESSIO MOTUS V

A nossa equipe da Expressio Motus está cada vez mais próxima de finalizar o curta-metragem. Com as gravações (quase) prontas, já estamos na fase de edição e agora, começaremos a divulgação do trabalho. 

Adentramos o universo do cotidiano de um jovem que está cansado de sua rotina, acordando todos os dias no mesmo horário, indo para a faculdade, pegando ônibus para ir trabalhar no restaurante de seu pai e, consequentemente, sendo infeliz. No decorrer, ele conhece uma garota, a qual se encanta por Gustavo. Porém, o final é inesperado.

Conseguimos grandes ajudas, como o dono de um restaurante, o qual cedeu o estabelecimento para nós produzirmos nosso curta e a empresa de eventos que está nos patrocinando. Logo iremos divulgar no site da UniversiFest (nosso patrocinador) nosso teaser também. 


Como o grupo está bem unido, estamos conseguindo produzir bem tranquilamente e temos grandes esperanças de que podemos fazer um bom trabalho com uma contribuição de vocês, que vão assistir, dando opiniões, criticando e elogiando, para que possamos aperfeiçoar ainda mais em futuras criações. Fiquei atentos às novidades!

Produção: Expressio Motus Produções
Texto: Karen Okuyama
Edição: Rafaela Bez

25 de outubro de 2013

Curitiba recebe maior festival de cinema ao ar livre do mundo

Você sabia que Curitiba irá receber o maior festival de cinema ao ar livre do mundo?


É o Vivo Open Air, evento se inicia dia 31 de outubro e estende-se até 10 de novembro, exibindo grandes clássicos do cinema e alguns lançamentos, entre eles o aclamado Django Unchaned, de Tarantino. 

O evento será sediado no Eco Estádio do J. Malucelli (Rodovia BR-277 Curitiba-Ponta Grossa), e contará também com atrações gastronômicas e musicais.

E se você acha que tudo isso ainda não é o suficiente para você sair de casa e assistir alguns filmes, uma das grandes atrações no festival é a supertela, com 325 metros quadrados. Além de contar também com projeção digital e sistema de som composto por 28 caixas Dolby Digital Surround.

Todos os filmes terão seus áudios originais preservados e terão legendas em português. 

Para garantir seu ingresso, ligue para o Disk Ingressos, ou em pontos de vendas oficiais. A abertura de todos os dias é às 19h.

Confira a programação completa e escolha o seu:

Dia: 31 de outubro (quinta-feira) 
20h45: O Poderoso Chefão (1972 - Francis Coppolla)

Dia: 1 de novembro (sexta-feira) 
19h: abertura com o curta: Linear (2012 - Amir Admoni)
20h45: Curtindo a vida adoidado (1986 - John Hughes)

Dia: 2 de novembro (sábado) 
20h45: Grease – Nos tempos da brilhantina (1978 - Randal Kleiser) 
23h: apresentação de Rodrigo Santos

Dia: 3 de novembro (domingo) 
18h: abertura com o curta: Tim, vou fazer com o que têm (2013 - Ricardo Machado)
19h30: Django Livre (2012 - Quentin Tarantino)

Dia: 6 de novembro (quarta-feira) 
19h: abertura com o curta: Malária (2013 - Edson Oda)
20h45: Pulp Fiction (1994 - Quentin Tarantino)

Dia: 7 de novembro (quinta-feira) 
20h45: Blue Jasmine (2013 - Woody Allen)

Dia: 8 de novembro (sexta-feira) 
19h: abertura com o curta: O Pacote (2013 - Rafael Aidar)
20h45: Tatuagem (2013 - Hilton Lacerda)

Dia: 9 de novembro (sábado) 
19h: abertura com o curta: Charizard (2012 - Leonardo Mouramateus)
20h45:  Como não perder essa mulher (2013 - Joseph Gordon-Levitt)

Dia: 10 de novembro (domingo)
18h: abertura com o curta: Apocalipse de Verão (2013 - Carolina Durão)
19h30: E.T. - O Extraterrestre (1982 - Steven Spielberg)


Produção: Expressio Motus Produções
Texto: Harianna Stukio
Revisão: Leticia Duarte
Imagens: Divulgação

18 de outubro de 2013

DIÁRIO DE PRODUÇÃO – EXPRESSIO MOTUS IV

Nosso processo de produção deu uma pausa, mas estamos bem adiantados e faltam menos de 15% das cenas para serem gravadas. Já conseguimos reunir bastante material e, com o que já temos disponível, estamos começando a dar forma ao processo de edição e montagem. 

Até o momento, as gravações tem sido um sucesso, o ator Gustavo Gonçalves, que dá vida ao nosso personagem principal, tem se saído muito bem, e além de realizar todas as cenas com maestria, ainda colaborou com a direção dando ideias sobre diferentes assuntos e enriquecendo ainda mais a nossa produção. 


Das cenas gravadas até agora, temos toda a introdução do curta-metragem, apresentação do personagem e ambientação. Essa parte é essencial para se dar sentido e localizar o espectador dentro da narrativa. Esse trecho já está quase concluído na montagem, aguardando apenas a narração.

O processo de edição dentro de uma produção, ainda mais de pequeno porte como essa, é um processo orgânico, exige tempo e análise minuciosa do que se deseja transmitir com cada quadro e cada cena. Temos que ter a noção de conseguir passar toda a nossa problematização em menos de dez minutos, e esse é o grande ponto de um curta-metragem. 


O nosso grande desafio está na narração, os textos ainda não estão prontos, pois precisamos ter noção de tempo e do que o personagem deve verbalizar, mas com a montagem finalizada até o final desse mês, não vai demorar muito para termos tudo pronto apenas aguardando a estréia em novembro. Até lá! 

Produção: Expressio Motus Produções
Texto: Kamilla Ferreira
Edição: Rafaela Bez
Imagens: Kamilla Ferreira

10 de outubro de 2013

O processo de montagem e edição por Lucas Negrão

A montagem, ou edição, é um recurso que vai muito além de mero detalhe técnico dentro da produção audiovisual. É a partir dela que se dá ritmo, intensidade condução à uma narrativa. Nesta reportagem, a Cineacademia trouxe Lucas Negrão, formado na Academia Internacional de Cinema e que atualmente atua como editor de cinema e vídeo clipe, além de dar aulas de edição e montagem em uma conceituada escola de cinema de Curitiba.

Para Lucas, o segredo de uma boa edição é começá-la antes mesmo de se ter material para editar. “Antes de qualquer coisa você precisa falar com o diretor do filme. É essencial ter as noções de ritmo e tom que ele quer transmitir.” Ao contrário do que pensa a maioria, o processo de edição acontece junto com o início do filme, não basta apenas receber o material pronto, o essencial é acompanhar o processo desde o início, para se ter uma boa percepção da obra.

Negrão conta ainda que uma das principais dificuldades dentro da edição é “cair de paraquedas” em alguma produção. “Quando o editor só entra no final do processo do filme e fica de fora durante as gravações, você pode notar que faltaram ou sobraram cenas para gravar, o que dificulta muito o nosso trabalho e muitas vezes exige que os roteiristas e diretores alterem o plano de trabalho que já tinham feito”, diz.

Proprietário da Produtora "Destilaria" fala sobre edição
O editor destaca também as obras que o inspiraram e o fizeram pensar mais sobre edição e montagem. “Jogos trapaças e Dois Canos Fumegantes é um filme de 1998 que trabalha a edição como forma de contar a historia. Quando eu conheci o Tarantino vi como ele conduzia suas narrativas, usava muito a edição para ajudar a contar melhor a historia, aí resolvi também me inspirar em sua arte”.

Uma boa edição também é importantíssima mesmo em produções experimentais e de baixo orçamento. A estudante de jornalismo Thaís Reis Oliveira, ressalta o valor da montagem em projetos desse tipo. “O cuidado com a edição é uma das principais maneiras de contornar as adversidades de filmes feitos com pouca estrutura. Uma montagem dinâmica e bem resolvida pode ser decisiva ao êxito de uma produção aparentemente pobre em recursos materiais”, comenta. Thaís produziu alguns curtas-metragens, também editados por ela.

Das obras que tem em seu currículo, Lucas Negrão destaca “Corpos Celestes” de Marcos Jorge e Fernando Severo. “Nessa produção eu fiquei, na verdade, como assistente de edição, que faz um trabalho mais braçal mesmo, mas eu pude aprender muito com o editor Mark Robin, que já tem alguma bagagem nesse meio, o que me enriqueceu muito”.

Jogos trapaças e Dois Cantos Fumegantes, de Guy Ritchie
Além dessa, que talvez tenha sido a produção com maior visibilidade da qual Lucas participou, ele também destaca um longa de produção totalmente paranaense. “Eu fui editor do longa 'Eva' ”. Esse filme foi feito com R$ 2 mil, um orçamento baixíssimo. Mas, isso me fez entender que não precisa de muito dinheiro, e sim força de vontade, para dar vida a algum projeto que você acredite”.

Apesar de importantes, não são os softwares usados em uma edição que irão torna-la melhor ou pior. “Os softwares estão aí para nos servir, nós é que devemos usar deles e não o contrário. Ter o domínio do programa me ajuda a ter agilidade no que eu estou fazendo, mas de forma alguma vai interferir na qualidade final do minha produção”.

Ao final, Lucas deu dicas de como se fazer uma boa edição: primeiramente, conheça a obra por inteiro, converse com o diretor e participe do processo. Segundo, faça uso de um material que você tenha facilidades de manuseio, pois ela te auxiliará em suas ideias e terceiro, abuse da criatividade.

Produção: Expressio Motus Produções
Texto: Kamilla Ferreira
Edição: Rafaela Bez
Imagens: Rafaela Bez e Divulgação

5 de outubro de 2013

Como a homossexualidade é retratada


Um dos intuitos do nosso projeto audiovisual é retratar, além da busca de identidade, a questão da homossexualidade. Apesar de hoje o assunto estar ‘em alta’ na mídia, com a aprovação do casamento entre pessoas de mesmo sexo em diversos países e a maior aceitação da grande massa perante esse tabu tão recorrente à séculos, no cinema, não há muitos filmes que retratam este aspecto mas, é claro que, há alguns filmes que ganharam notoriedade, desses se destacam “O Segredo de Brokeback Mountain” (2005 – Ang Lee), que mostra a não aceitação da realidade e a vida dupla de um dos protagonistas, que é casado, mas ama outro homem.  

Alguns filmes falam do tema, não destacando a história como principal, mas como um assunto pouco relevante na história. Tal como acontece no filme que, como já citamos, é uma das nossas inspirações, “Vantagens de Ser Invisível” (2012 – Stephen Chbosky). No filme, Patrick (irmão de Sam) é um garoto gay do ensino médio que se envolve com Brad, membro do time de futebol, cujo pai é membro da igreja. O pai descobre sobre o filho e o espanca. Com medo da rejeição dos amigos, Brad se afasta de Patrick. “O filme relata também a homofobia presente nas escolas, em uma cena onde há uma agressão grupal à Patrick por membros do time de futebol, após Patrick ir falar com Brad”, relata Luciano Cury, estudante, que quando fora indagado sobre seus filmes favoritos que retratassem a homossexualidade, também destacou “Brokeback Mountain”.

Hoje, selecionamos cinco filmes e cinco seriados que retratam o assunto. Confiram:

FILMES*
  1. No caminho das Dunas (2011 – Bravo Defurne) 
  2. Loving Annabelle (2006 – Katherine Brooks)
  3. Delicada Atração (1996 – Hettie MacDonald)
  4. Maurice (1987 – James Ivory)
  5. Direito de Amar (2009 – Tom Ford )


Clipe de Brokeback Mountain
SERIADOS*
  1. Modern Family
  2. The New Normal
  3. Skins
  4. Glee
  5. Queer as Folk 

Callie e Arizona são um casal gay do seriado Grey's Anatomy

* Clique nos nomes para ver os vídeos. 

Produção: Expressio Motus Produções
Texto: Leticia Duarte
Edição: Rafaela Bez
Vídeos: YouTube


26 de setembro de 2013

DIÁRIO DE PRODUÇÃO – EXPRESSIO MOTUS III

Bastante trabalho, muito esforço e busca pela perfeição. Assim estamos dando continuidade à nossa produção cinematográfica “Sonhos ocultos”, com Gustavo Marcasse. Após definirmos todas as referências temáticas, estéticas, o perfil de cada personagem, o roteiro literário e as funções de cada membro da equipe, iniciamos nossa produção esta semana. À princípio, um pouco de medo e desespero, já que nossas metas e desejos são imensos e nossa vontade que o produto fique de acordo com o que queremos é constante. Mas, após dar início as gravações, percebemos que estamos bem preparados.


Contudo, como bem preparados se somos apenas estudantes do 3º ano de jornalismo? É claro que, não preparados como grandes cineastas e diretores de grandes produções, mas
Nosso plano de produção, roteiro e cronograma do processo

estamos convictos de nosso trabalho. A resposta é: vivenciamos o nossa projeto desde o início, nos agregamos ao trabalho de maneira íntegra e dedicatória. Pois, como já demonstrado em inúmeras postagens desse blog, nossa identidade não sofreu mudanças desde a criação desta Agência. Tudo que planejamos, estudamos, produzimos ou desejamos desde o início, foi de acordo com o perfil do nosso grupo, – e consequentemente, o perfil do nosso curta-metragem – que trabalhou cada detalhe desta produção de maneira tênue.

Pois bem, nesta primeira semana de gravações, ficamos felizes com o resultado, já que o personagem colaborou muito e deu várias ideias bacanas durante o processo. Cada um teve um papel essencial, e isso valorizou cada vez mais nosso trabalho. O resultado final esperamos que seja aquilo que sonhamos, mas se não for, sabemos que o esforço valeu a pena e que nosso grupo cuidou de cada detalhe com bastante empenho, fazendo com que o trabalho ficasse com a nossa cara – o que é um dos nossos objetivos como Agência: produzir materiais com a nossa identidade enquanto equipe -, ou seja, lindo.

Ao final, você pode conferir um pedacinho do que aconteceu esta semana. É claro que, como já dito, tudo deve ter o perfil do nosso grupo, inclusive as gravações, que foram conduzidas com muitas gargalhadas, brincadeiras, comida e bobagens (e muito trabalho, óbvio).

Parte da nossa zoeira chamada gravação


Produção: Expressio Motus Produções
Texto: Rafaela Bez
Vídeo: Harianna Stukio e Rafaela Bez

21 de setembro de 2013

Não se sinta invisível

Retratar adolescentes e jovens na busca por aceitação nos ambientes acadêmicos e escolares é quase um subgênero do cinema norte-americano. Filmes em que o protagonista sofre por alguma característica ou trauma, e não consegue se enturmar devido à mentalidade fechada, estão cada vez mais corriqueiros e comuns nas telas, escancarando as realidades de muitos jovens da sociedade de atualmente.
O trio de As Vantagens de ser Invisível

            O drama “As Vantagens de ser Invisível” (The Perks of being a Wallflower, 2012)  - adaptação feita por Stephen Chbosky de seu próprio livro, com o mesmo nome - apresenta a vida de Charlie (Logan Lerman), um personagem que encontra dificuldades para se enturmar nos primeiros dias de ensino médio.  A batalha pela aceitação começa a tomar novos rumos após conhecer Patrick (Ezra Miller) e Sam (Emma Watson), meios-irmãos que também estão alternativos ao estereótipo dos adolescentes de escolas norte-americanas.  O grupo – formado por um garoto de bom coração mas sensível às questões cotidianas, uma garota autêntica e independente, e um jovem homossexual que luta contra o preconceito enquanto trabalha a própria identidade – passa a trama vivendo diferentes cenários, que permitem as primeiras experiências para os personagens. Por terem situações de exclusão muito particulares, porém convergentes, o grupo se une rapidamente, e se torna o apoio que cada um tem em um ambiente de preconceito e de difícil adaptação.



              Embora mais comuns, os roteiros relacionados à identidade sexual não são os únicos a trabalharem aceitação e preconceito. “Terri” (2011), do diretor Azazel Jacobs, apresenta um garoto que leva o mesmo nome da produção, e que enfrenta problemas com a aceitação por conta de seu peso. Não só a obesidade, mas alguns hábitos de Terri (Jacos Wysocki) o colocam ainda mais à margem da sociedade colegial em que se encontra. A amizade com o diretor Fitzgerald (John C. Reilly) aos poucos ameniza a situação, após ser apresentado à dupla de também excluídos Chad (Bridger Zadina) – que sofre de tricotilomania, um distúrbio em que o paciente tem o hábito de arrancar os próprios cabelos – e Heather – garota que sofre difamação por ter sido flagrada em ‘atos íntimos’ com um garoto dentro do colégio -. A amizade desenvolvida leva os três personagens, assim como em As Vantagens de ser Invisível, a experimentar descobertas juntos, unindo alguns que sofrem com exclusão.

Terri e o diretor Fitzgerald; amizade que ajudou o garoto a combater o preconceito e a auto-aceitação

          Roteiros deste subgênero se tornam cada vez mais comuns e de sucesso simplesmente por retratarem problemas tão usuais nos dias de hoje. O culto à autoimagem, embora tenha avançado ao longo dos anos, nunca pareceu estar tão em alta; e traz junto o preconceito e a exclusão dos que não se enquadram nos padrões estéticos e comportamentais. Em uma sociedade de preconceito crescente, trabalhar roteiros que tratem de bullying e problemas de aceitação pode ser uma receita de sucesso, além de prestar um serviço social ao combater as formas mais humilhantes de preconceito. 

Produção: Expressio Motus Produções
Texto: Felipe Martins
Edição: Rafaela Bez
Imagens: Divulgação

15 de setembro de 2013

Dos livros às bilheterias de cinema


Durante o processo de nosso curta-metragem, usaremos como apoio o livro: “Sergio Y. vai a America”, de Alexandre Vidal Porto (como já foi dito em postagens anteriores). As obras literárias de grande sucesso que causam grande apreço pelo público, na maioria das vezes, quando transformadas em filmes, são rejeitadas pelos admiradores dos livros. Essa diferença de apreciação é causada pela falta de tempo e espaço em que um longa possui, ou seja, nos livros tudo é muito mais detalhado, causando muito mais emoção na hora da leitura.
O autor Nicholas Sparks é um romancista norte-americano que já produziu 19 livros, sendo destes, 9 adaptados em filmes. Tendo o primeiro livro mais famoso “Diário de uma Paixão”,  de 1996, se adaptando em filme em 2004. Todas suas histórias são diretamente relacionadas a romances, com dramas de conflitos familiares. O filme conta a história de um jovem casal que se apaixona nas férias de verão, mas ele como sendo pobre não é aceito pela família da moça.
"Diário de uma paixão"

Grande sucesso das livrarias e das bilheterias foi a saga “Crepúsculo”, de Stephenie Meyer, que com a história de vampiros e lobisomens, os quais conquistaram principalmente adolescentes de todo o mundo.  Outra obra da escritora, também adaptado, foi “A Hospedeira”, que conta a história de outros “seres” dentro do ser humano.
"Crepúsculo"
Livros de ficção e aventura compões este cenário de filmes também. Como vemos no filme “As Aventuras de Pi”, de Yann Martel, onde o garoto Pi se encontra em apuros dentro de um barco pequeno no meio do mar com alguns animais selvagens, tentando sobreviver. A maior parte do tempo, o personagem passa com o tigre, o qual ele tem sempre que despistá-lo para conseguir alimentos que estão dentro do barco.
"As aventuras de Pi"
O diretor Peter Jackson adaptou o livro “ O Hobbit – uma jornada inesperada”, de John Ronald Reuel Tolkien, que antecede a obra também produzida por Jackson: “O Senhor dos Anéis”. O Hobbit é uma espécie de anão que consegue passar despercebido por outros, tendo Bilbo Bolseiro como o principal hobbit. Bilbo gosta de lugares calmo e sossegados, até que Gandalf o convida para uma aventura, ir atrás de um tesouro roubado por um dragão.


"Hobbit"


Produção: Expressio Motus Produções
Texto: Karen Okuyama
Edição: Rafaela Bez
Imagens: Divulgação

5 de setembro de 2013

Diário de Produção – Expressio Motus II

Como vocês já viram anteriormente, a Expressio Motus Produções montou um Diário de Produção, para que vocês acompanhem o passo a passo da nossa próxima empreitada, um curta-metragem. Nesta obra, iremos passear pelos conflitos de identidade que muitos jovens passam, e de maneira leve, exploraremos um mundo de descobertas. 


Essa semana apresentamos nosso argumento. O grupo todo reunido para explicarmos como queremos viabilizar o nosso roteiro, para que a produção saia a nossa cara. Ah, o roteiro! Ele já está sendo trabalhado (indiretamente) há mais de um ano, e quando montamos a nossa agência, em conceito, identidade visual e cinematográfica, os temas que discutimos, as fontes que iríamos entrevistar, absolutamente tudo, em seus mínimos detalhes, foi feito em prol dessa produção.

A nossa primeira experiência, o curta “Luiza”, seguiu a mesma linha comportamental e jovem, com uma pitada expressionista. Mas dessa vez, nossa temática será diferente e o nosso foco principal será a realidade. Ainda no universo jovem, com todos seus dilemas e descobertas, a nossa trama será focada em experiências! 

Ficou curioso pra saber mais sobre a nossa produção? Muita coisa ainda está em sigilo, para que possamos fazer um produto rico em detalhes e com a nossa identidade. Para já ir entrando no clima, confira a foto do nosso ator principal, que viverá Gustavo. Um jovem, sem perspectivas ou vontades, que só quer se encontrar antes de descobrir o mundo!

Gustavo Gonçalves interpretará Gustavo Nogueira 

Produção: Expressio Motus Produções
Texto: Harianna Stukio
Edição: Leticia Duarte
Imagem: Divulgação

28 de agosto de 2013

Cinebiografias musicais: os astros do rock nas telas do cinema

A cinebiografia musical é um dos gêneros mais tradicionais do cinema. Ela atrai o público por variados motivos: ser fã do personagem retratado no filme, ver como o diretor conduziu a história ou apenas a curiosidade para saber mais da personalidade em foco. Nós separamos cinco filmes que contam histórias de artistas diferentes em momentos distintos de sua vida.



O primeiro é The Runaways – Garotas do Rock (2010), o qual foi o primeiro (e até agora único) filme dirigido por  Floria Sigismondi. O longa narra a rápida ascensão e queda da banda de rock americana The Runaways, usando elementos narrativos simples, mas eficazes, o roteiro consegue ilustrar bem o período de quatro anos de atividade do grupo e ainda sobra um espaço para a decadência do mesmo. Apesar de a proposta ser contar a história da banda, o filme toma para si como protagonistas Joan Jett (Kristen Stweart) e Cheri Currie (Dakota Fanning), o que desagradou a crítica e alguns fãs que acharam o filme muito comercial e apelativo.



The Doors é outra cinebiografia que foi vendida como sendo de uma banda mas, na verdade, era sobre o vocalista Jim Morrison. Dirigido por Oliver Stone (que tem outra cinebriografia na carreira, Alexandre, 2004) o filme traz Val Kilmer no papel principal, no que talvez tenha sido a melhor atuação de sua carreira. Com um roteiro objetivo, o longa ilustra a conturbada carreira do astro Jim Morrison, drogado, bêbado e decadente devido aos excessos.



E no universo das cinebiografias não podia faltar a maior banda do mundo, The Beatles. O filme é “O garoto de Liverpool” (2009), o qual só chegou ao Brasil no ano seguinte, e é um prato cheio para os fãs do quarteto inglês, especialmente os fãs de John Lennon. O longa conta a história do excêntrico Beatle, desde a sua infância até a formação da primeira banda, além do momento em que eles saem em turnê pela Alemanha. Para quem esperava um apanhado mais amplo da vida e carreira do artista, se decepcionou, mas quem comprou a proposta do filme, certamente gostou do modo como o diretor conduziu a história.



Uma das cinebriografias mais aclamadas pela crítica foi “Cazuza – O tempo não para” (2004). Dirigido por Sandra Werneck e Walter Carvalho, o longa foi a obra responsável por contar para um geração que não viu Cazuza (e para a que já tinha visto), como esse importante nome da música brasileira levou sua breve e intensa vida. Com Daniel de Oliveira no papel principal, o filme mostra de maneira forte e empolgante e, talvez a mais fiel das cinebiografias brasileiras, a história do cantor.




A mais recente cinebiografia brasileira a ser lançada foi “Somos tão Jovens” (2013). Dirigida por Antonio Carlos da Fontoura, a obra vem sofrendo várias criticas com relação a veracidade dos fatos e a romantização excessiva do roteiro. Alguns críticos classificaram o filme como “morno” e “pouco empolgante”. O longa que se propôs a contar a historia de um dos mais emblemáticos nomes da música brasileira, mas acabou ganhando um tom amistoso e não agradou aos fãs e espectadores. 

Produção: Expressio Motus Produções
Texto: Kamilla Ferreira
Edição: Rafaela Bez
Imagens: Divulgação 

23 de agosto de 2013

O cinema de ação e guerra de uma forma que você ainda não conhece

Ao longo da história da humanidade foi necessário o uso da batalha física como forma de dominação de povos, conquista de territórios, busca por supremacia e também por intolerância religiosa. Não há como negar que as guerras, nos mais variados pontos terrestres, ajudaram a construir culturas e definir a sociedade como a vemos atualmente, se transformando em fator de estudo e observação para algumas áreas da educação mundial e também em tema para criações artísticas, as mais importantes delas, ligadas ao cinema. Como a história das grandes guerras é muito mais antiga que a arte cinematográfica, era mais do que esperado que desde sua criação, a sétima arte utilizasse desse recurso para a criação de alguns de seus melhores roteiros. Caracteriza-se como cinema de guerra não só aquele que conta a história das grandes batalhas militares, mas também o cinema focado em cenas de ação e em histórias épicas, aonde geralmente podemos acompanhar a trajetória de um herói que tem sua vida retratada na grande tela. Nas produções americanas, as mais recorrentes do estilo, há também o uso propagandístico do discurso patriota, exaltando as
“Apocalipse Now” de 1979, foi rodado na época de ouro do cinema de guerra
forças armadas do país e reforçando a ideia de que a vida militar ainda vale a pena para o jovem americano.

Independente da intenção por trás das produções no estilo, é inegável que ele cresceu muito rapidamente desde seu início e ganhou respeito entre os críticos e importância financeira, deixando de ser um espaço para uma sequência infinita de explosões e mortes e se tornando um espaço de reflexão em torno da violência que uma guerra causa, além dos motivos que as iniciam. “Apocalipse Now” de 1979, é um dos principais clássicos do estilo e foi rodado na época de ouro do cinema de guerra. Conduzido com maestria pelo premiado diretor Francis Ford Coppola, a obra mistura grandiosas sequências de ação, novidades para a época, com os questionamentos que cercavam os cidadãos americanos em relação a necessidade da guerra do Vietnã e suas conseqüências. Com 202 minutos de duração, indicação de melhor filme e Oscar para edição e Som, a produção abriu caminho para outras
Em 1999, Roberto Benigni, de "A vida é bela" venceu o de melhor ator
grande obras do estilo, como Platoon (1986), O Resgate do Soldado Ryan (1998), Pearl Harbor (2001) e Cartas de Iwo Jima (2006), todos dirigidos por nomes importantes da história do cinema (Oliver Stone, Michael Bay e Clint Eastwood, respectivamente). 

Mas engana-se quem classifica o estilo como limitado em termos de roteiro. Ao longo dos anos, o cinema conseguiu humanizar os personagens dos filmes de guerra e algumas produções começaram a utilizar este enredo como plano de fundo para o desenvolvimento dramático de histórias de superação ou até mesmo românticas. Os exemplos mais conhecidos são A Lista de Schindler (1993), A Vida é Bela (1997), O Pianista (2002) e Forrest Gump (1994). Todos eles buscam na guerra o recurso de identificação mais óbvio para o espectador, mas, durante suas construções acabam desviando do tema para contar a história de um personagem e como a guerra consegue afetar a sua vida e a dos outros ao seu redor.

Guerra ao Terror, desencadeada pelos EUA a partir dos ataques de 11 de setembro
Além dos recursos de roteiro, as inovações tecnológicas deram uma nova cara aos filmes de ação e guerra, cada vez mais utilizando o efeito especial como uma forma para enriquecer e engrandecer as produções atuais. Apesar da novidade, é importante que o fator lúdico que ajudou a consolidar o estilo durante a história do cinema não se perca em meio a tanta tecnologia. Argo (2012) e Guerra Ao Terror (2008), possuem características atuais somadas ao tradicional estilo dos primórdios, debatendo outro assunto que também é recorrente nos filmes do gênero: a política internacional. Com sucesso único, a sétima arte conseguiu transformar um assunto sério e que já causou tanta tragédia para a humanidade em tema para a construção de histórias emocionantes e que questionavam o ser humano e suas ações em sociedade, garantindo a função de grande mediador das discussões culturais em grande escala e formador de opinião, que o cinema sempre teve. 

Produção: Expressio Motus Produções
Texto: Marcos Marcia
Edição: Rafaela Bez
Imagens: Divulgação